"É ASSIM QUE CONTRIBUIMOS PARA OBESIDADE!"

Mostrando postagens com marcador Gestação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gestação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

BEBES DE MÃES FUMANTES PODEM SOFER DE OBESIDADE



Tabagismo durante a gravidez está na origem de um conjunto alargado de problemas de saúde em muitas crianças.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

IDADE DA PRIMEIRA MENSTRUAÇÃO DA MÃE AFECTA RISCO DE OBESIDADE NO FILHO


A idade que a mulher tem a primeira menstruação pode afetar o crescimento, a altura final e o risco de obesidade em seu filho, segundo um novo estudo da University of Cambridge, no Reino Unido. Os pesquisadores estudaram essa relação em mais de seis mil crianças. E, observaram que as crianças com mães que tiveram a menarca mais cedo tinham um crescimento mais rápido durante a infância, caracterizado por rápido ganho de peso e altura maior na infância. Porém esse tipo de crescimento está associado ao amadurecimento precoce, menor estatura quando adulto e maior risco de obesidade na infância e na idade adulta. Os especialistas concluíram que essa relação pode indicar uma influência transgeracional, transmitida de mãe para filho.
Fonte: blogboasaude

domingo, 27 de setembro de 2009

Obesidade pode aumentar risco de segundo aborto




Mulheres obesas têm mais chance sofrer novos abortos espontâneos após terem abortado uma vez, segundo um estudo do Hospital St. Mary’s, em Londres, apresentado em uma conferência do Royal College of Obstetrics and Gynaecology no Canadá.


Os cientistas acompanharam os progressos de 696 mulheres cujos abortos haviam sido classificados como “inexplicáveis” por uma clínica especializada em gestação.
Segundo os cientistas, o risco de um segundo aborto espontâneo era 73% mais alto entre mulheres obesas.
Mas um especialista em obesidade afirmou que tentar perder peso durante a gravidez pode ser perigoso para o feto e aconselhou as obesas que tenham sofrido aborto a tentar emagrecer antes de tentar engravidar novamente.
Apesar de a obesidade já ter sido ligada a problemas de fertilidade e durante a gravidez, este estudo afirma ser o primeiro a investigar especificamente os abortos “recorrentes”, para os quais não há uma razão óbvia.
Das 696 mulheres acompanhadas no estudo, mais da metade tinha peso normal, 30% estavam acima do peso e 15% eram obesas – ou seja, tinham Índice de Massa Corporal (IMC) equivalente ou superior a 30.
O quanto mais velha a mulher, maiores as chances de um segundo aborto espontâneo, mas quando os dados foram ajustados para levar isso em conta, a obesidade surgiu como um outro possível fator.
A incidência de aborto espontâneo foi semelhante entre todas as mulheres do grupo, mas o risco de um segundo aborto aumentou dramaticamente entre as mulheres obesas.
Malformação fetal
Winnie Lo, a enfermeira especializada que apresentou o estudo em Montreal disse: “Esse é o primeiro estudo a analisar diretamente a ligação entre Índice de Massa Corporal e aborto”.
“Ele mostra que as mulheres obesas que passam por abortos recorrentes sofrem maior risco de sofrer novos abortos.”
Para o endocrinologista Nick Finer, especialista em obesidade do Hospital Addenbrooke’s, perto de Cambridge, a conclusão do estudo não é surpresa.
“Nós já sabemos que as chances de fertilidade diminuem com o aumento do IMC, os riscos de malformação fetal aumentam, junto a riscos de outras adversidades durante a gestação.”
Ele afirma que não se sabe exatamente qual a razão para as obesas terem mais problemas, mas é possível que a obesidade aumente a inflamação, prejudicando as chances de uma gravidez bem sucedida.
Ele também aconselhou as obesas a não tentar dietas radicais durante a
gestação.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mulheres obesas têm menos chances de engravidar


A obesidade já é vista por médicos e profissionais da área da saúde como uma epidemia mundial. O excesso de peso tem impacto considerável em diversos setores da saúde, inclusive na fertilidade. O potencial reprodutivo pode ser reduzido por diversos fatores, entre eles a obesidade. A obesidade tem efeito prejudicial na qualidade dos óvulos, reduz as taxas de fertilização e implantação e aumenta as chances de aborto. Esta foi a constatação de estudo realizado pelo Fertility – Centro de Fertilização Assistida, que investigou a influência de hábitos alimentares nos resultados clínicos de ciclos de reprodução humana assistida. O objetivo do estudo foi avaliar a relação do índice de massa corpórea (IMC) em técnicas de reprodução assistida, mais precisamente em desfechos clínicos de ciclos de injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI). Foram avaliadas a influência do IMC, alimentação e prática de atividade física nas taxas de fertilização, a implantação e gestação em 489 pacientes que realizaram ciclos de ICSI. Todas elas foram submetidas a um bloqueio hipofisário, seguido de estímulo ovariano controlado e de punção folicular. Os grupos foram classificados de acordo com o IMC: normal (IMC entre 19,0-24,9 kg/m2, n = 313) e sobrepeso-obesidade (IMC ≥ 25 kg/m2, n = 99). Também foi estabelecida uma associação entre IMC e idade materna.No grupo com IMC maior, a taxa de fertilização foi menor e as chances de aborto aumentaram em quase duas vezes. Quando as pacientes foram avaliadas conforme a idade, detectou-se uma queda significativa tanto na taxa de fertilização quanto nos resultados de implantação do embrião no útero das mulheres com mais de 35 anos. O estudo também apontou que as pacientes consumidoras de refrigerante à base de cola, mesmo com idade até 35 anos, têm duas vezes menos chance de engravidar.Já com relação à atividade física, o médico Assumpto Iaconelli Júnior, um dos coordenadores do estudo, destaca a influência positiva dos exercícios para o tratamento de infertilidade. “Registramos um crescimento nas taxas de implantação dos embriões e nas chances de gestação, além de redução do risco de aborto nas pacientes que praticavam alguma atividade física.”

Fonte: Abeso – Associação Brasielira para o Estudo da Obesidade. Excesso de Peso Pode Comprometer Fertilidade. Disponível em http://www.abeso.org.br/reportagens/excesso_peso_pode_comprometer_fertilidade.htm.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Obesas correm mais riscos na 1ª gravidez, indica pesquisa

Um estudo feito por cientistas britânicos revelou que as mulheres obesas correm risco de ter mais problemas de saúde e complicações em sua primeira gravidez do que mulheres com peso dentro do considerado normal.


As obesas que participaram da pesquisa apresentaram índices mais altos de pré-eclâmpsia (doença caracterizada por pressão arterial elevada e eliminação de proteína pela urina), de partos prematuros e de nascimentos com peso abaixo da média.
Especialistas do Kings College, em Londres, analisaram dados sobre a primeira gravidez de 385 mulheres obesas e colheram amostras de sangue de 208 das mulheres para análises.
O estudo, encomendado pela entidade beneficente britânica Tommy's, foi divulgado na publicação científica American Journal of Obstetrics and Gynaecology.
A entidade ressalta que estudos anteriores já apontaram vínculos entre obesidade durante a gravidez e riscos maiores de complicações.
O presente estudo quis investigar se mulheres em sua primeira gravidez são particularmente vulneráveis a complicações.
Peso do bebê
Outras revelações do estudo foram, por exemplo, que as mulheres obesas tiveram quase duas vezes mais chances de ter um bebê com peso abaixo da média (ou seja um total de 18,8% dos bebês das mulheres obesas pesava menos do que 2,5 kg ao nascer).
O índice de nascimentos de bebês com peso abaixo da média em mulheres com peso padrão é de cerca de 10%.

Por outro lado, entre as mulheres estudadas o índice de nascimentos de bebês considerados particularmente pesados foi de 13,4% - em comparação com apenas 10% dos bebês nascidos de mulheres com peso tido como saudável.
Os índices de pré-eclâmpsia foram mais altos, com 11,7% de mulheres obesas desenvolvendo a condição em sua primeira gravidez - em contraste com 6% na população obesa na segunda ou após várias gestações e apenas 2% na população de peso saudável.
O risco de pré-eclâmpsia aumentou proporcionalmente ao ganho de peso durante a gravidez.
Entre as mulheres estudadas, o índice de nascimentos prematuros foi 11,9%, quase duas vezes maior do que a média nacional na Grã-Bretanha.
fonte:nutriçãosadia


Jump to page:

  ©2009-2010 PROF. FABIO BRASIL - OBESIDADE E EMAGRECIMENTO.

TOPO  

Related Posts with Thumbnails