MAGREZA OU OBESIDADE EM EXCESSO PODEM LEVAR À INFERTILIDADE
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 12% da incidência da infertilidade nas mulheres devem-se ao excesso (obesidade) ou à falta de peso.
A obesidade altera os níveis de insulina liberados pelo pâncreas na mulher, o que desencadeia uma superprodução de hormônios masculinos pelos ovários e, por sua vez, a interrupção da liberação de óvulos. “Os quilos extras normalmente abalam a saúde cardiovascular, o equilíbrio hormonal e a estrutura anatômica e podem causar também um distúrbio de transmissão de sinais hormonais, afetando seriamente a fertilidade”, destaca o diretor da Clínica Origen, Dr. Selmo Geber. "Há muitas pacientes que enfrentam dificuldade para engravidar por causa de problemas relacionados à obesidade, diabetes e ovários policísticos", diz o médico.
Para saber se está obesa, a mulher deve dividir seu peso por sua altura ao quadrado. O resultado é chamado de índice de massa corpórea (IMC), reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. Quando a operação resulta em números de 25,0 a 29,9 são classificados como sobrepeso; de 30,0 a 34,9, obesidade grau I; de 35,0 a 39,9, obesidade grau II; e acima de 40, obesidade grau III.
No caso de mulheres magras demais, sobretudo portadoras de anorexia ou de bulimia, a dificuldade de engravidar também existe. À medida que emagrece, diminui a quantidade de gordura em seu organismo, inibindo a produção de estrógeno e de outros hormônios pelo corpo, o que impede a formação e a liberação de óvulos.
Fonte:Portal Fator Brasil.


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