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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Distúrbio de mãe que jogou filho é confirmado


Polícia enviou relatório médico à Justiça solicitando transferência da mulher para uma clínica
O relatório médico feito por um psiquiatra do Hospital Manoel Gonçalves, em Itaúna, região Central de Minas, encaminhado à Polícia Civil ontem, confirmou o problema psicológico da dona de casa T.A.D.M., de 26 anos. No último domingo, a mulher arremessou o filho de 4 anos da laje da casa onde eles moram, no bairro Veredas, e, em seguida, pulou. Ambos caíram de uma altura de cerca de 10 m. Após jogar o filho, T. ainda teria tentado se matar, batendo uma pedra na própria cabeça.
Mãe e filho continuam internados. A criança permanece no Centro de Terapia Intensivo (CTI), do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, em estado grave. De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), o menino respira com a ajuda de aparelhos. Já a dona de casa está no Pronto-Socorro de Itaúna.
Tratamento
De acordo com o delegado Marco Antônio Noronha, responsável pelas investigações, ontem mesmo o relatório médico foi encaminhado para a Justiça, com um pedido de transferência da mulher para uma clínica psiquiátrica.

"No relatório, o médico confirmou o abalo psicológico da suspeita e advertiu que ela não tem condições de ficar presa em uma cela, pois o risco de ela querer se matar é muito alto", disse Noronha.
Conforme o delegado, uma irmã da dona de casa contou à polícia ontem sobre o comportamento de T. nos últimos 20 dias, logo depois de ela iniciar um tratamento para emagrecer. O marido e um outro irmão da dona de casa também já foram ouvidos e apresentaram a mesma versão. T., que já teria tentado se matar, segundo os próprios familiares informaram, estaria com alucinações e com quadro depressivo.
O delegado Noronha disse ainda que está estudando a fórmula do remédio para emagrecimento receitado à dona de casa por um endocrinologista. "Temos que avaliar se existe essa ligação da agressão à criança com os efeitos colaterais provocados pelos componentes químicos do remédio."
A reportagem tentou conversar com o endocrinologista pelo telefone, mas ele não atendeu às ligações.
T. foi autuada por tentativa de homicídio. Cabe agora à Justiça avaliar se ela vai responder pelo crime.


fonte: Super Noticia

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